Uma tristeza (ou dúvida): meu vocabulário é ridiculamente diminuto, ou eu que me prendi em determinadas palavras e reproduzo-as sempre e sempre e sempre ?
É um tanto sofrível e repetitivo ler minhas escritas...
segunda-feira, 25 de março de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
acho que essa é minha sina
minha penitência
ou chame de destino
degustando migalhas
sempre
reclamando atenção
paixão
esgotando todas as forças
lutando sozinha até o fim
amando sozinha até o fim
sobrevivendo de tão pouco, quase nada
desejando tanto, equivalente
eu mereço muito mais
mereço olhos encantados
elogio sussurrado
um beijo quando entro no carro
- como foi o seu dia, meu bem?
quero ouvir também
você chegou e não entrou
vou esperar um pouco mais
mas feche a casa ao entrar ou sair
por mim, tanto faz
minha penitência
ou chame de destino
degustando migalhas
sempre
reclamando atenção
paixão
esgotando todas as forças
lutando sozinha até o fim
amando sozinha até o fim
sobrevivendo de tão pouco, quase nada
desejando tanto, equivalente
eu mereço muito mais
mereço olhos encantados
elogio sussurrado
um beijo quando entro no carro
- como foi o seu dia, meu bem?
quero ouvir também
você chegou e não entrou
vou esperar um pouco mais
mas feche a casa ao entrar ou sair
por mim, tanto faz
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
o que fazer quando você mesmo possui a chave para destruir os próprios sonhos
o que fazer quando não há nada a se fazer
quando nasceu torto e problemático - em absolutamente todos os sentidos possíveis
físicos, emocionais, espirituais, transcendentais, e mais
prestes a abrir a porta, tropeça na entrada
o constante temor de nadar, nadar e morrer na praia
cada vez mais próximo da realidade
forçando a fé cansada
e as mãos literalmente calejadas
com a esperança de que no fim tudo dá certo
com a esperança de que as melhores coisas são as mais difíceis de alcançar
que todo esforço será recompensado
de todo sofrimento nascerá flor
passei da fase das dores inventadas
e crises nonsenses
o cruel agora é saber que os dramas são reais
sim
quero ver lidar com um problema que existe
o que fazer quando não há nada a se fazer
quando nasceu torto e problemático - em absolutamente todos os sentidos possíveis
físicos, emocionais, espirituais, transcendentais, e mais
prestes a abrir a porta, tropeça na entrada
o constante temor de nadar, nadar e morrer na praia
cada vez mais próximo da realidade
forçando a fé cansada
e as mãos literalmente calejadas
com a esperança de que no fim tudo dá certo
com a esperança de que as melhores coisas são as mais difíceis de alcançar
que todo esforço será recompensado
de todo sofrimento nascerá flor
passei da fase das dores inventadas
e crises nonsenses
o cruel agora é saber que os dramas são reais
sim
quero ver lidar com um problema que existe
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
quero tanto escrever um tantinho só que acalme a alma
um punhado de palavras soltas
que me façam respirar
ar doce
tranquilo
os últimos tempos arrastaram-se pesados
penosos
intenso cansaço físico e emocional
corpo pede calma
a vida pede mais
no suor descansa a mente
caminho imóvel
e ao me locomover a cabeça trava
deixa essa poeira abaixar
ainda terei mais de mil noites
mil dias para terminar
um punhado de palavras soltas
que me façam respirar
ar doce
tranquilo
os últimos tempos arrastaram-se pesados
penosos
intenso cansaço físico e emocional
corpo pede calma
a vida pede mais
no suor descansa a mente
caminho imóvel
e ao me locomover a cabeça trava
deixa essa poeira abaixar
ainda terei mais de mil noites
mil dias para terminar
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